Computadores e telas digitais exibindo gráficos e circuitos tecnológicos em um ambiente moderno iluminado com luz azul
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Este artigo nasceu da inspiração do vídeo acima, que detalha como a inteligência artificial está transformando o mercado digital e traz percepções de dois profissionais que admiro: André Dantas e Gustavo Raul. Ao contar um pouco das histórias deles e dos desafios enfrentados, busco compartilhar aprendizados valiosos para empreendedores atentos às transformações trazidas pelas tecnologias.

Trajetórias que inspiram mudanças

Em cada conversa que tenho com empreendedores do setor de tecnologia, percebo como as jornadas pessoais impactam diretamente as escolhas de carreira. No caso do André Dantas, a marca do empreendedorismo estava presente desde cedo. Ele cresceu vivenciando de perto os desafios e conquistas de uma família que empreende desde 2012. Essa vivência, somada à vontade de construir e inovar, fez de André uma referência. Já Gustavo Raul, por volta de 2015, vivenciou sua “virada de chave” dentro de uma startup, experimentando o poder de trazer soluções tecnológicas para resolver problemas tradicionais. Pude sentir nas falas deles como a busca pela inovação é pautada por curiosidade e resiliência.

Dois jovens homens discutem tecnologia ao redor de uma mesa de escritório, laptops abertos, quadros com gráficos e ícones digitais ao fundo. Adaptar-se à mudança é o que separa quem cresce de quem fica para trás.

Os principais desafios do empreendedor na era da IA

Se tem algo que notei no relato de André e Gustavo é a velocidade com que o mercado digital se reinventa. Às vezes, o que funcionava há seis meses perde sentido diante das novas ferramentas que surgem. Em minhas conversas, vejo três obstáculos que assustam muito os pequenos e médios empresários:

  • Medo do desconhecido tecnológico
  • Preocupação com custos iniciais
  • Dificuldade em acompanhar o ritmo das mudanças

Vivenciando isso na prática, percebo que a atualização constante não é luxo, e sim necessidade. Quem lidera empresas precisa aprender todos os dias para se manter relevante. Com a QWize Inteligência em Tecnologia, vivencio isso atuando junto a negócios dos setores de seguros, financeiro e construção civil. Esses mercados exigem acompanhamento e inovação constantes para entregar valor real e superar expectativas dos clientes.

KWI e as frentes de inovação digital

No conteúdo do vídeo, fica clara a estratégia da KWI ao investir em soluções práticas para PMEs, como chats automatizados, consultoria sob demanda, segurança da informação e automação customizada. Pude ouvir de André e Gustavo a importância de começar pequeno e expandir conforme os resultados aparecem, evitando riscos maiores no início.

Listo as frentes que, na minha observação, trazem mais impacto imediato para quem quer entrar de vez no mercado digital com apoio da inteligência artificial:

  • Chats e bots inteligentes para melhoria no atendimento
  • Consultoria em transformação digital conforme o tamanho do desafio
  • Ferramentas de automação ajustadas para os processos únicos de cada empresa
  • Gestão proativa e proteção dos dados dos clientes

Ao acompanhar empresas como a Qwize e a KWI, percebi que a chave está em ajustar as soluções à realidade e maturidade digital de cada cliente. Automação só faz sentido quando pensada estrategicamente, e não como resposta automática ao modismo. Esse entendimento me veio após acompanhar vários projetos na Qwize em diferentes setores. E essa experiência me mostrou: cada negócio precisa de uma abordagem própria.

Para quem deseja se aprofundar nessa frente, indico acessar reflexões sobre a revolução generativa da inteligência artificial e como ela veio para ficar.

Superando a resistência e equilibrando custo e retorno

Não posso negar: boa parte dos empreendedores que conheço encara a tecnologia como algo distante e caro. Ouço afirmações do tipo “é investimento alto demais para agora” ou “não vale a pena arriscar sem garantias”. Mas, na prática, há formas de repensar esse medo. O próprio Gustavo defende no vídeo que o melhor é construir aos poucos, implementar um chatbot simples, medir o resultado e, somente depois, considerar investimentos maiores, como automações mais sofisticadas ou integrações com IA avançada.

Acompanhei na Qwize diversas empresas que partiram de ações menores e hoje colhem frutos muito além do esperado. Ao lado disso, senti que quando o empreendedor percebe ganhos em tempo de resposta ao cliente ou redução no retrabalho dos funcionários, o retorno logo se torna palpável.

Pequenas etapas geram confiança para grandes mudanças.

Se você quiser navegar por tendências e exemplos do uso de tecnologia para pequenas e médias empresas, sugiro conferir discussões sobre novas tecnologias aplicadas no mercado digital.

A humanização do atendimento e o papel do híbrido

Falando em atendimento ao cliente, a IA trouxe o benefício de automatizar respostas para dúvidas comuns, liberando tempo de equipes pequenas para focar no que realmente traz resultados. Mas há um ponto delicado: como manter a relação humana num ambiente cada vez mais automatizado? A resposta, presente na fala de André e Gustavo, faz todo sentido para mim. O segredo está no atendimento híbrido: bots resolvem questões simples de imediato, e quando o assunto exige empatia ou julgamento, automaticamente direcionam para uma pessoa especializada. Esse modelo aproxima a tecnologia do cliente, sem perder o toque humano, tão valorizado por nós brasileiros.

Experimentei, na Qwize, a implantação desse modelo em e-commerces que passaram a se destacar pela agilidade e personalização de cada atendimento. No fim, o consumidor sente-se ouvido, mesmo interagindo primeiro com máquinas.

Funcionário de empresa interagindo com cliente em balcão digital e robô assistente ao lado. E há ainda ganhos além do atendimento: ao coletar dados das interações, fica mais fácil personalizar ofertas e recomendar produtos, como já destacado em análises sobre personalização e IA no ecommerce.

A cultura da curiosidade e o aprendizado constante

Se pudesse resumir em uma frase o que mais percebo de quem avança nesta área seria “gente curiosa vai além”. Olho para o que André e Gustavo relataram e consigo traçar esse perfil: profissionais que, mesmo ocupados, priorizam conhecimento e formação contínua. A curiosidade não deveria ficar restrita só aos líderes. Quando toda a equipe se sente encorajada a buscar conhecimento novo, o resultado aparece em soluções mais criativas e na facilidade para ajustar processos.

Ao analisar cases da Qwize, constatei que as empresas que investem em treinamento vão abrir espaço para a IA apoiar seus times, em vez de substituí-los. Faz sentido buscar conteúdos sobre avanços em inteligência artificial para inspirar e educar colaboradores.

Curiosidade é combustível do crescimento tecnológico.

Diferenciando-se em nichos de mercado com IA

No encontro do vídeo, Gustavo reforça como soluções de IA feitas sob medida fazem toda diferença em nichos específicos. Ele exemplifica a automação nos segmentos de seguros e automotivo, onde é possível criar fluxos únicos para diferentes jornadas do usuário. Já acompanhei pela Qwize casos de ferramentas ajustadas para a necessidade de pequenas corretoras ou plataformas de veículos, que ganharam eficiência com IA, sem sacrificar a personalização.

Nesse sentido, usar IA não significa replicar modelos prontos, mas sim individualizar. Empresas que fazem isso conseguem entregar experiências marcantes. Se acha interessante conhecer como a IA muda o desenvolvimento de softwares, recomendo o artigo sobre impacto da IA generativa no desenvolvimento de software.

Trabalho e futuro: adaptação permanente é o segredo?

Tenho ouvido muitos debates sobre o futuro dos empregos. Não vejo, honestamente, a IA como uma ameaça isolada, mas como um convite para aprendermos novas habilidades e pensarmos de forma mais criativa. Quem trabalha com tecnologia, como nós na Qwize, aposta que o profissional de amanhã será aquele que souber conversar com as máquinas, mas também com as pessoas.

Requalificação, atualização constante, curiosidade e parceria com as soluções digitais: fiquei mais convencido ainda da importância disso ao ouvir as jornadas e estratégias de André e Gustavo. Adaptação à nova realidade torna-se, para mim, o principal diferencial para seguir relevante, não importa se sua empresa é pequena, média ou grande.

Se a inteligência artificial está transformando o mercado digital, os profissionais e empreendedores precisam se permitir experimentar, aprender e crescer. As experiências dos convidados e os cases que acompanho na Qwize mostram que a mudança não apenas é possível, mas pode ser um caminho de crescimento com muito mais valor.

Se quiser descobrir o que tecnologia, IA e automação podem fazer pela sua empresa, convido você a conhecer os serviços da QWize Inteligência em Tecnologia e pensar, junto conosco, em como dar o próximo passo rumo ao futuro digital.

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André Dantas

Sobre o Autor

André Dantas

Especialista em negócios digitais. Transformando Negócios com Soluções Inovadoras e Inteligência Artificial

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